Dilma Rousseff: a trajetória em fotos

 

 

 

Fonte: UOL

Auxiliar afirma que Dilma ainda não escolheu ministro da Saúde

 

 2-12-2010  11:09

 

O deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP), um dos integrantes da equipe de transição de governo, disse na tarde desta quarta-feira (1) que a presidente eleita Dilma Rousseff ainda não escolheu o ministro da Saúde.

Nesta quarta, Dilma coordenou uma reunião no Centro Cultural Banco do Brasil, sede do governo de transição, sobre a situação da saúde no Brasil. Também participaram cerca de 30 pessoas, entre técnicos na área e autoridades.

Dilma durante reunião sobre saúde na sede do governo de transição

"A presidente eleita informou na reunião que não escolheu ainda aquele que será o encarregado da pasta da saúde (...). Ela foi muito clara quando disse que não escolheu o ministro", declarou Cardozo.


Cardozo, no entanto, afirmou que "nenhuma pessoa está confirmada ou descartada". O deputado afirmou ainda que Dilma vai indicar alguém que esteja "à altura" do atual ministro da Saúde, José Gomes Temporão.Nesta terça (30), o
 governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), disse que o secretário da Saúde do estado, Sérgio Côrtes, foi convidado e aceitou assumir a pasta. Cabral chegou até a informar o nome do substituto de Côrtes na secretaria.

"Ela vai escolher alguém que tenha extrema capacitação para o desempenho da função, inclusive honrando antecessores que estavam ali presentes como o caso do ex-ministro Adib Jatene e do atual ministro,  [José Gomes] Temporão", disse.

Procurado nesta quarta, o governador informou, por intermédio da assessoria, que não irá se manifestar sobre o assunto.

Cardozo disse que a ação mais urgente de Dilma na área da saúde será melhorar a gestão de recursos do setor. Ele afirmou que, posteriormente, a presidente eleita pretende estudar formas alternativas de financiamento da saúde, o que necessariamente não significa, segundo ele, aumento de tributos ou recriação da CPMF.

"A presidente eleita fez duas observações importantes. A primeira é que há uma situação de subfinanciamento da saúde. Mas que também há de subgestão da saúde. E que, portanto, no primeiro período de seu governo ela acha imprescindível dedicar-se à questão da gestão da saúde, sem prejuízo de, no futuro, discutir fontes de financiamento, que não precisam passar, necessariamente, pela elevação de tributos, nem criação de tributos", afirmou.

 

Comentários